Bem-Vindo ao Fate/New Generations, um fórum de RPG ambientado no universo de Fate/Zero e Fate/Stay Night, onde você pode ser um dos participantes da Guerra do Cálice Sagrado, não perca tempo e faça logo sua ficha! Mas não se esqueça de ler todas as regras do fórum antes de começar!
Bem-vindo ao Fate/New Generation. Nós esperamos que você tenha uma prazerosa visita observando a luta pelo Cálice Sagrado. No momento você é um mero espectador Guerra pelo Cálice Sagrado, isso significa que você tem acesso a áreas limitadas do confronto e não pode usar alguns recursos que são exclusivos para participantes da Guerra, mas não se preocupe, a você foi concedido o privilégio de participar da Guerra e ter o seu desejo realizado, sendo um Mestre ou um Servo, você terá acesso a quase todas informações e recursos que nós oferecemos. Para você se inscrever é simples, rápido e fácil e o único risco que você corre é de perder a sua vida, mas acredito que se você chegou até aqui, está disposta a arrisca-la pelo seu desejo, não é? Sinta o Paraíso!
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Saber
(Posted Image) "Pelo meu país e pela minha honra, protegida por deus, eu lutarei até o fim."
Nome Completo: Joana D'Arc (Joan of Arc) Títulos: Donzela de Orléans Idade Aparente: 19 anos Época de Nascimento: Século XV, Época Medieval. Sexo: Feminino Tendência: Leal e Bom
Ocupação: Camponesa, guerreira e líder do exercito Frances, heroína de guerra, mártir. Aparência: Possui um elmo com detalhes em formas diversas, que protege três pontos principais de seu rosto: o primeiro no centro da face indo até a altura do nariz, e os outros dois, num formato levemente ondulado, que protegem acima dos olhos até os ouvidos. No pescoço possui uma proteção do mesmo material do elmo, e deste desce pequenas correntes que ajudam a prender seu manto. Este, por outro lado é feito de uma malha resistente, para aguentar o peso da armadura. No busto não possui nenhuma proteção metálica, embora deste ponto até a cintura seja protegida. Assim como as laterais de suas pernas, mas que não só até a metade das cochas. Já os braços são completamente protegidos até a altura do ombro. Por outro lado, as pernas não são, possuindo proteção nos pés.
Possui cabelos longos, estes indo até um pouco acima dos joelhos, são loiros, mas um loiro mais pálido, não sendo aquela cor realmente chamativa do sol. Dependendo da luz ele pode ficar mais brilhante ou mais pálido. Seus olhos tem uma tonalidade de púrpura claro, podendo ser confundido com um azul, caso não olhem com muita atenção. Sua pele é clara, como a de qualquer europeia, além de possui leves músculos devido a sua ocupação como guerreira, principalmente.
Altura: 1,75 m. Peso: 65 kg. Cor dos Olhos: Púrpuras Cor do Cabelo: Loiros Piercings: ~x~ Tattoos: ~x~ Traços Distintos: Sua lealdade e seu punho direito, quando em combate.
Personalidade:
A Guerreira:
Joana é o que chamam de guerreira, embora não tenha feito um treinamento militar real, comandou o exercito Frances rumo a vitoria, dando a Inglaterra um gosto amargo de derrota na Guerra dos 100 anos. Pouco se sabe, mas no fundo ela sempre foi uma guerreira nata, que luta por seus ideais e pela Justiça. Não consegue aceitar ver alguém sendo oprimido, em especial mulheres e crianças. Seu senso de honra nessas ocasiões sempre fala mais alto, e a faz intervir. Como líder e comandante sempre irá tentar levar seu exercito para a vitória, seja qual for o seu inimigo. Por isso dificilmente se abaterá por mais forte que este seja.
A Camponesa:
Apesar de toda a sua faceta de guerreira honrada, por dentro ainda resta a paciência e o sorriso de uma jovem simples de origem humilde. Joana ainda guarda consigo alguns traços de quando era menor, de quando era feliz e brincava. Em alguns poucos momentos, acaba se deixando levar e se torna de novo aquela menina de 13 anos que só quer mais alguns minutos para brincar. Seu sorriso se torna radiante e alegre, capaz de contagiar aqueles que estão ao seu redor.
A Santa:
Joana é extremamente devota a Igreja, mesmo tendo sido condenada por heresia e depois tendo seu julgamento revisto e por fim sendo canonizada em 1920. Sempre que pode costuma ir a Igreja e rezar, nunca deixou de fazer isso em momento algum, pois considera extremamente importante para o seu próprio ser. É algo que faz parte dela, que a faz se sentir bem consigo mesma. Embora seja uma santa, gosta de orar pelos outros e pelo mundo. Afinal quer ajudar a todos que puder.
A Mártir:
Existem alguns ideias que nunca desaparecem, que são carregados por nós por muito tempo. No caso de Joana, não é diferente. Embora ela prefira guardar isso para o ultimo recurso quando não tiver mais condições realmente de salvar as pessoas de outra forma, ela tenderá a querer sacrificar a sua vida novamente. Adotando para si uma das funções que lhe é atribuída: a de Mártir. Dizem que para ser um, deve se querer espontaneamente, renegando sua própria vida.
Gosta: Livros, em especial a Biblia; terra molhada depois da chuva; andar descalça no solo; Baguete (um tipo de pão longo); olhar para o céu noturno para ver a lua e as estrelas. Detesta: Demônios, atum, chá; noites sem lua; dias muito quentes. Pontos Fortes: Joana talvez possa ser colocada como boa estrategista, mas principalmente como boa observadora e de pensamento rápido. Gosta de pelo menos observar seus inimigos e o campo de batalha onde se encontra para observar as desvantagens que estes possam ter e as vantagens. Outro ponto é que durante a batalha ela continuará a analisar seu oponente, para ver suas falhas.
Fraquezas: Por gostar de observar isso pode ser também uma das desvantagens, pois são minutos preciosos que o inimigo pode usar para ataca-la, principalmente se seu foco for analisar o campo de batalha. E embora pense rápido, como qualquer outra pessoa, quando é combatida com inúmeros golpes pode acabar tomando alguma decisão mal planejada, embora seja raro, é possível de acontecer.
Minha Lenda: Joan of Arc Minha História: “Eu nasci numa vila modesta, meus pais eram lavradores, eu era a mais nova de meus irmãos. Tinha três irmãos e uma irmã mais velhos, mas sempre foram bons comigo, atenciosos e carinhosos. Éramos uma família unida. Tínhamos que trabalhar para comer, então não sobrava muito tempo para aprender a ler ou escrever. Apesar disso, aprendi a orar com minha irmã. Ela me ensinou inúmeras preces e como se devia rezar. Eu gostava de rezar, principalmente, no pequeno jardim perto de nossa casa.
Nós não sabíamos da guerra, nosso vilarejo era afastado demais, tudo demorava a chegar. Mas foi no dia em que ela chegou a minha casa, que eu tive minha primeira visão. Eu estava correndo pelo bosque, algo me guiou, uma luz. Levou-me ate uma clareira onde encontrei uma espada. A luz tomou a forma de um anjo, e ele me disse que eu deveria usar aquela espada num futuro próximo. Quando eu toquei em seu cabo, cai. Quando acordei não havia espada, por um momento achei que estava ficando louca. Eu tinha só 10 anos.
Levantei-me e corri para casa, queria contar o que tinha visto, era tarde. Os Ingleses já haviam chegado. Minha irmã me encontrou e me escondeu num tipo de buraco que tínhamos numa parede e fechou a porta. Naquele momento três ingleses entraram em nossa casa. Ela tentou lutar conta eles, mas foi dominada com facilidade. Pelas pequenas frestas da porta de madeira eu via tudo o que acontecia. Ela não parava de se mexer, bateu naquele soldado, que irritado sacou sua espada, que atravessou seu ventre. O sangue dela escorria pelas minhas pernas. E morta, ele a possuiu. Senti pavor, mas não podia gritar. Só me restou aguentar em silencio até o momento em que eles foram embora e meus pais acharam minha irmã e a mim.
Meus pais não queriam mais que eu tivesse contanto com aquele vilarejo, e me mandaram para a casa de meus tios. Lá eu continuei meus afazeres normais como os de qualquer menina da época, mas havia algo em meu peito que eu não conseguia apaziguar. Era um dor latente, um aperto... Eu me sentia culpada. Comecei a ter visões novamente, com Santa Catarina e Santa Margarida. Meus tios me levaram até o padre, e eles me perguntava o que eu via. Eu descrevi as cenas com detalhes, e o que eles me mandavam fazer... Me mandavam ser uma menina boa, mas que logo eu deveria fazer algo por eles. O padre ignorou, dizendo que talvez não passasse de brincadeira de criança.
Tentei deixar essas vozes de lado, mas começou a ficar cada vez mais difícil, até que não pude mais ignora-las. Mas a mantinha em segredo de todos. Ia todos os dias rezar na Igreja, o padre me olhava de um jeito diferente, como se quisesse compreender minha devoção, ou talvez julgasse que eu era alguma bruxa, já naquela época. Quando completei 15 anos, as vozes me deram uma missão eu deveria coroar o Delfim, e para isso teria que encontrar a espada que havia visto quando criança. Voltei para casa, aquele local me dava arrepios, não conseguia entrar em casa. Simplesmente evitei aquele lugar e fui para a floresta.
Caminhei pelas trilhas, até finalmente acha-la no chão, em meio ao capim. Era a mesma espada que havia visto há cinco anos atrás. Tomei-a pelo cabo e a ergui. Sua lamina era grande e especa, não tinha uma bainha. Então a enrolei num manto que trazia comigo e fui para Vaucouleurs, onde conheci alguns soldados e o capitão. E depois de quase um ano tentando este me enviou, com uma escolta, até Chinon. A partir de então eu não fui mais vista como Joana, a camponesa, eu era vista como um homem, vestido armadura e mantos que ocultavam dos olhos dos homens que eu era uma mulher.
No caminho fomos obrigados a batalhar com Ingleses para podermos abrir passagens pelas estradas perigosas. Minha fé era tão grande de que iria conseguir, que em mesmo eu sabia como manejava tão bem aquela espada. Para mim era como se fosse tão leve quanto um cabo de enxada. Era realmente um milagre. E a partir dessa viagem comecei a ficar conhecida. As histórias chegaram aos ouvidos do Rei, que não acreditava que uma mulher pudesse ter ousado desafiar os ingleses em seus estradas e vencido.
Quando me reuni com ele, sentia que seu olhar não compreendia como uma garota como eu fora capaz daqueles atos. Eu só lhe respondi com voz branda: “É um milagre, eu só fiz o que deveria fazer, e ainda tenho muito que cumprir.” E depois de muita persuasão, o Delfim, ou Carlos VII, me cedeu à liderança do exercito. Acho que ele se achava tão louco quanto seus súditos e quanto seu próprio exercito pensou que ele fosse.
Sob meu comando, ganhamos inúmeras batalhas. As vozes sempre estavam comigo, e eu continuava rezando e pedindo a benção divina para ter forças, afinal uma guerra não é e nunca vai ser um bom lugar para se estar. Lutamos por noites e dias a fio, até finalmente conseguir levar Carlos VII a sua coroação, tornando-o o legitimo rei da França. O povo agora podia ter esperanças, e os ingleses, que sentiam o amargo da derrota, talvez um pouco de medo.
Mas eu sentia que ainda havia coisas que precisava fazer, e para o rei ascender ao seu trono de forma legitima, ele deveria ir a Paris, que estava na mão dos ingleses. Tomei meu exercito e segui para lá. Eu não sei o que me faltou naquele dia, se foi os meus santos que não conseguiram me proteger ou se foi a mão perversa que acabou me fazendo sucumbir. Levei uma flechada no ombro, no meio da batalha. Minha espada caiu no chão e eu do cavalo. Quando olhei para aquele campo de batalha, vi muito de meus homens mortos, outros enlouquecidos. Gritei para debandassem, e eles me ouviram. Nossa derrota era certa, não queria ver mais nenhum deles mortos. Jean recusou-se a me deixar, mas também depois de tantas batalhas que travamos juntos. Seu olhar me denunciava o seu carinho especial por mim. Mas consegui que me deixassem sozinha. Senti-me fraca e tombei de joelhos. Vi quando se aproximaram de mim, olhei para a face de cada um que estava a minha volta. Fui levada como prisioneira junto com os que restaram de meus homens.
Fui ouvida num tribunal, julgada e condenada. Heresia, Bruxaria, foi assim que me foi sentenciado pelos Ingleses. Eu deveria ser queimada viva, como prova para todos de que eu era uma bruxa. Se meu corpo queimasse eu seria purificada e poderia ir para o céu. No ultimo dia de minha vida, foi o ultimo dia que ouvi as vozes falando comigo. Me davam suas bênçãos. Meu único pedido foi me confessar com padres franceses. E levando meu crucifixo, vestida de branco, fui levada para o local da minha condenação.
Meus homens voltaram a se reunir com um novo exercito. Queria me libertar, mas não ouve tempo. Souberam da minha condenação tarde demais. Era um dia frio... Nevava. Aquelas pessoas gritante, me chamando de herege e bruxa. Não podia condena-las. Só podia aceitar aquele destino, ao menos meus homens estavam livres. Pedi que um crucifixo fosse posto diante dos meus olhos. Alguém ouviu esse pedido. Jean... Meu caro Jean... Você viu aquele meu pequeno sorriso quando contemplei sua face, pois escutou meu pedido e o realizou. Então começou aquele calor. Chamas. Gritei por três vezes chamando Deus, meus olhos se fixaram no céu, então. As chamas me consumiam. Era doloroso. Então eu o vi. Uma luz, e suas grandes asas vindo até mim. Eu estava morrendo. Agradeci a Deus também por três vezes, antes de ser consumida completamente.”
Meus Objetivos: Seu maior desejo é o de reunir as pessoas através da fé. Deseja que todos se unam frente a Deus e compreendam seus erros e seus pecados. Para que o mundo não se consuma em sangue e vingança. Ela quer realmente libertar o mundo de tudo o que é ruim, e deixar as pessoas somente com o que é bom e justo.
Arma: Uma espada, possuidora de um cabo trabalhado e adornado nas cores prata e ouro, e uma lâmina que possui um tom prateado perolado, mas num tom bem claro, quase branco. Além dele possui algumas inscrições em latim “Corpus meum et animam meam ad Dominum pertinent” (“Meu corpo e minha alma pertencem ao Senhor”).
Fantasma Nobre: La femme Crimson Saint ~ The Crimson Holy Woman ~ A mulher do Carmesim Santo Rank: A+ Tipo: Anti-Exército Quantidade de Alvos: 100 Alcance: Um raio de 500 metros
Joana empunha a sua espada e fala baixinho algumas palavras do poema da morte, Ô, je confie ce corps pour vous (Ó Senhor, confio este corpo para você) . Então sua espada começa a brilhar. Seu brilho é tão intenso, mas ao mesmo tempo é um brilho tão calido e puro. Para alguns é um momento montaneo de paz, onde ela finalmente demostra toda a sua santidade. Sua roupa muda para um tom de carmesim e sua armadura para um tom de branco. No chão do campo de batalha, forma-se uma cruz iluminada. Todos aqueles que estiverem dentro dela, sentem-se como se fossem incapazes de se mover inicialmente, mas depois se dão conta que não coseguem sair da extensão dessa cruz. A Saber da um salto e é como se duas asas luminosas se abrissem, e executando cortes rapidos no ar com sua espada intensamente brilhante, inumeras pequenas cruzes são lançadas nas mais variadas direções, mas em especial tendem a atingir a cruz no chão e tudo o que estiver dentro dela. É um golpe que consome muito mana, deixando-a realmente exausta no final de sua execução, nao podendo ser usado de forma leviana ou por impulso. Por isso, Joana sabe bem que deve usa-lo como ultimo recurso. E embora seja seu Fantasma mais forte pode ser tambem sua assinatura para deixar de existir nesta guerra, graças ao desgaste de forças que ele causa nela.
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Épée Flamboyante ~ Flaming Sword ~ Espada Flamejante Rank: C+ Tipo: Anti-Exército Quantidade de Alvos: 30 Alcance: Um raio de 100 metros
Com sua espada em punho, Joana fala algumas palavras em tom mais baixo “Chams qui consommaient mon corps, consomment maintenant mes ennemis” (“Chamas que antes consumiram o meu corpo, consuma agora o de meus inimigos”) . Uma chama intensa recobre toda a lamina de sua espada e aumenta de forma rápida, dando lugar a uma lâmina de pelo menos 3 metros de altura. Então ela executa três cortes do ar. O primeiro na diagonal, o segundo na horizontal e o terceiro na vertical. Em todos os três esferas de chamas são lançados da espada e voam pelo campo de batalha ate atingirem alguma cosia ou alguém. Os que estiverem perto podem ser atingidos pela lamina aumentada da espada. E os que estiverem mais longes pelos “estilhaços” dela. Por isso o raio de alcance é de 100 metros. Ao fim dos três golpes, a espada esta com a lâmina em tamanho normal novamente.
Habilidade de Classe: Resistência a Magia: A “A couraça mais dura, e o escudo mais resistente.” Em relação a magias, por ser da classe Saber, Joana possui imunidade contra estas, podendo elas ser dos mais variados tipos, desde que se obedeça o ranking.
Montaria:C “O significado da rapidez.” Pelo “mal” da sua classe, Joana consegue montar alguns tipos de bestas mágicas, e veículos mais simples, tendo isso através de informações pré disponíveis para ela quando veio a esse mundo.
Habilidade Pessoal: Bravura: A “Aquela que foi comandante de tropas.” Joana comandou as tropas francesas em batalha, logo está acostumada com a rotina caótica que a guerra pode proporcionar.
Discernimento dos Pobres: C “Aquela que conhece o coração dos homens.” Como um líder, ela deveria saber o que se passava junto com a sua tropa, e por isso tem uma facilidade em saber o que as pessoas sentem realmente.
Proteção da Fé: C “Aquela que escutava vozes.” Joana dizia ouvir vozes de entidades sagradas, eram elas São Miguel, Santa Catarina de Alexandria e Santa Margarida. Sendo ela uma devota e extremamente religiosa que cumpriu o desejo dessas entidades até o fim, coroando o Rei Frances Carlos VII.
Alma do Mártir: B “A mártir francesa queimada na fogueira.” Considera uma mártir pelos franceses, já que aceitou seu destino de morrer, embora tenha tentado se envenenar, acabou deixando-se ser julgada e ser queimada viva.
Santo: D “Aquela que foi canonizada.” Joana foi canonizada como santa em 1920 pelo Papa Bento XV.
Força: A Resistência: B Agilidade: B+ Mana: A+ Sorte: E Fantasma Nobre: A+
Nome do Jogador: Kath Face em Uso: Joan of Arc ~ Fate/Apocrypha
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Bem, antes de fazer a avaliação geral, vem o aviso! Como sabe sua personagem "existe" no Nasuverse, não estou obrigando você a usar no mesmo padrão que eles criaram se preferir manter como deseja apenas seguindo as alterações dadas pela adm, fique avontade.
Traços de Personalidade e Aparência Hhurum... hurum... ok!
Fase Técnica Infelizmente é impossivel para Joana D'Arc invocar seu exercito, em parte porque esse mesmo exercito deu uma quermada nela ainda viva! Mais especialmente porque para poder realizar um efeito como esse é necessário uma relação FORTISSIMA com cada membro do exercito o que não era o caso de Joana, da mesma forma que não era com Arthuria e outros. Um bom general sempre presa por seu exercito e um exercito sempre admira seu general! Outro motivo é que a "lenda" de Joana não está ligada a seu Exercito em si, portanto infelizmente esse fantasma nobre. Outro motivo para a negação é que apenas grandes espiritos da guerra como Iskandar, Atilla ou Gengs Khan poderiam invocar exercitos como fantasma nobre pois, suas lendas tem pouco foco neles em si. Portanto sua Armée Divine ~ Army Divine ~ Exercito Divino está negado!
Épée Flamboyante ~ Flaming Sword ~ Espada Flamejante, esse você pode colocar seu Rank em C ou C+ sem problemas!
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esta editado Minha ideia era fazer algo um pouco diferente da proprosta dela do Fate/Apocrypha, afinal não tem muita graça usar o que alguem ja fez xD embora minha segunda ideia para fanatsma nobre, caso o primeiro não fosse aceito era usar um parecido com o dela do fate. =)
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Dados Gerias do Personagem: Tudo certo.
Aparência do Personagem: Perfeito, não vejo a hora do Gilles de Ray dar as caras aqui no fórum = )
Personalidade: Tudo exemplar.
História: Parabéns pela história, ficou exemplar, gostei muito da dramaticidade que você a recontou, novamente, parabéns pelo o ótimo trabalho com ela.
Habilidades e Armas: Pelo o que eu identifiquei da sua ficha, você identificou seus Fantasma Nobre como arma, mas lembre-se que as armas são diferentes dos Fantasmas, então remova-os desse campo, quanto as habilidades é questionável já que elas diferem do Apocrypha, entretanto, entrei em consenso com o Administrador Cardial e irei relevar isso.
Fantasma Nobre: Novamente contradiz as informações apresentadas no Apocrypha e baseado nas Regras para Personagem 6 e 8, sua ficha seria vetada, entretanto, como foi acordado com o Administrador Cardial isso será relevado, do mais tudo certo aqui.
Atributos e Objetivos: Mesmo das anteriores.
RESULTADO FINAL:Ficha Reprovada Parabéns pela ficha! Uma das melhores até agora, descreveu todos os aspectos de uma forma completa, além de uma ótima formatação. Só precisa corrigir a informação no campo da arma que sua ficha será aprovada. Baseado na Regra de Personagens 2, o seu nome de usuário do fórum será mudado para "Joana D'Arc", além disso pedimos que você poste o seu pedido de reclame de face, nesse tópico. Se precisar de ajuda a Staff está a sua disposição também no Chat do MSN: group1466486@groupsim.com.
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Ficha editada, arrumei a parte da espada, epero que tenha ficado okay, e editei tambem o primeiro fantasma nobre dela, se puderem dar uma olhada achei que este ficaria mais condizente com a personagem.
Sobre não usar as mesma habilidades da personagem do Fate/Apocrypha, é como tinha dito ao admin Cardeal, eu não acho muito interessante ficar aproveitando a ficha completa que foi feita pelos outros. ALém de me limitar a seguir algo que não fui eu que fiz, então nao teria uma planejamento meu, é, na minha visão, desinteressante e falta de originalidade. Preferi usar somente a aparencia dela, porque adoro os traços da Type-moon, mas me limito a isso. O restante da ficha quis planejar por mim mesma porque ai eu sei das limitações, pontos fortes, como arruma-la e as falhas, e não fico tão presa a algo que não fui eu quem fiz.
E sobre o nick, se possivel gostaria que fosse Joan of Arc. Outra coisa, não sabia se podia, mas tentei postar na parte de face, só que o topico esta trancado ai não consegui =X
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Dados Gerias do Personagem: Tudo certo.
Aparência do Personagem: Tudo certo.
Personalidade: Tudo exemplar.
História: Tudo certo.
Habilidades e Armas: Tudo certo.
Fantasma Nobre: Tudo certo.
Atributos e Objetivos: Tudo certo.
RESULTADO FINAL:Ficha Aprovada Bom, a administração respeita a opinião dos jogadores, entretanto, o fórum tenta dar uma continuidade ao universo canônico apresentado na franquia Fate, o seu caso é especial já que a primeira versão do Fate/Apocrypha não saiu do papel, então podemos relevar isso. O tópico de Faces realmente estava trancado, peço desculpas pelo o inconveniente e seu nome já foi alterado, se quiser também já pode comunicar nesse tópico sua parceria com o Matt.