Assassin (
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"Nada é verdadeiro, tudo é permitido. "
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Nome Completo: // Hassan Bin Ali Bin Muhammad Bin Ja'fr Bin Hussain Bin Muhammad al Sabbah al Hameer
TítulosGrão Mestre da Ordem dos Assassinos: //
Idade Aparente: // 35
Época de Nascimento: // 1050
Sexo: // Masculino
Tendência: // Caótico e Neutro
Ocupação: // -
Aparência: // Uniforme branco, com uma faixa vermelha ao redor da cintura e uma capa preta às costas.
Altura: // 1,80 metro
Peso: // 65 kg
Cor dos OlhosCastanhos: // Castanhos
Cor do Cabelo: // Castanhos
Piercings: // -
Tattoos: // -
Traços Distintos: // -
Personalidade:
Justo – nenhum inocente jamais morre. A morte é atribuída aos corruptos e usurpadores.
Controlado – por mais que sua raiva aflua com freqüência, não a deixa transparecer.
Observador – observa e analisa o ambiente e as pessoas ao redor para então opinar ou atacar.
Ambicioso - ambiciona o poder, mesmo já possuindo muito.
Gosta: // lealdade, justiça e esfirras.
Detesta: // injustiça e legumes.
Pontos Fortes: // Calculista, com noções de causa e conseqüência que permitem basear com lógica a próxima ação do adversário e anulá-las. Também é capaz de adaptar estratégias e criar em novas em pouco tempo.
Fraquezas: // Ambição demasiada
Minha Lenda: //
http://www.sedentario.org/colunas/teoria-d...-montanha-20219 ;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hassan_i_Sabbah Minha História: //
Quando pequeno, no período transitório do menino para o homem, Hassan iniciou uma jornada espiritual e filosófica, desbravando vários conhecimentos. Peregrino e aventureiro, conheceu uma vasta gama de mestres e companheiros de viagem. Assim conheceu a magia, dando especial atenção à alquimia.
Durante suas andanças, descobriu os lugares mais diversos e enfrentou todo o tipo de perigo. Portanto, logo teve de iniciar-se na arte da guerra, aprendendo estilos de luta variados e movimentos diversos. Sua mobilidade e agilidade superaram a de qualquer ladino, e sua ferocidade e manejo de armas equiparou-se a de mestres.
Unindo alquimia, perícias de luta e talento estratégico-militar, conquistou o respeito de todos. Assumiu um cargo na Corte ainda aos 17 anos. Aos poucos ascendeu de cargo, chegando a Chefe de Inteligência. Porém, sua ambição logo aflorou. Passou a desejar cargos mais elevados, o que provocou a ira dos superiores que sentiram-se ameaçados e conspiraram contra ele. Após uma sabotagem quase foi morto. Por fim, foi expulso do reino.
Mesmo assim, seus talentos eram venerados por onde passava, disseminando suas crenças e conquistando adoradores. Porém, com a passagem dos anos o seu talento foi-se perdendo. Sua mente já não era tão sagaz e lúcida, e sua mobilidade decaía continuamente. Desesperado, deu início a pesquisas e enviou informantes para todos os cantos, afim de arranjar uma solução para sua morte iminente. Após 2 anos de árduas pesquisas, descobriu a existência da Pedra Filosofal, uma relíquia alquímica que produzia o Elixir da Vida, garantindo a vida eterna.
Certa vez, já em seu leito e muito desgastado pelas buscas, um informante chegou à casa de Hassan, informando-lhe o paradeiro da Pedra, que encontrava-se sob domínio dos turcos seljúcidas, na Fortaleza de Alamut. Debilitado, Hassan, com suas vastas heranças, enviou secretários particulares a fim de arrecadar um exército entre os pobres da cidade, que secretamente converteram-se. Em 1090, Alamut foi conquistada por Hassan, que enfim tomou posse da Pedra Filosofal e fundou a Ordem dos Assassinos. Em poucas semanas, o então Grão-Mestre reverteu sua velhice, aparentando novamente a juventude. Unindo Pedra e Alquimia, Hassan foi cultuado como profeta. Seus “milagres” foram conhecidos Alamut à fora, chegando a ouvidos europeus.
Treinou pessoalmente três gerações de Assassinos, cujo número chegou a 60mil homens. Contudo, embora o nome sugestionasse uma conduta vil e desonrosa, os Assassinos não matavam inocentes, tendo como alvo apenas usurpadores e corruptos que atentassem à sociedade. Seus homens eram-lhe leais e obedeciam-lhe fervorosamente.
Certa vez, chegou aos ouvidos de Hassan, por meio de templários e cruzados, a existência de uma relíquia ainda mais preciosa que a Pedra Filosofal. Tratava-se do Santo Graal, um suposto cálice capaz de realizar qualquer milagre, e que gerara a Pedra Filosofal a partir das gotas do sangue de Cristo. Fascinado por tamanho poder, o Grão-Mestre iniciou uma jornada em busca do artefato. Aliou-se aos templários do Templo de Salomão e buscou arduamente. Porém, tal desejo tornou-se obsessão, e a Ordem começou a enfraquecer. Preocupado, o seu leal servo Buzurg-Ummid, seu informante pessoal, cujos talentos despertavam interesse de Hassan e futuro sucessor do cargo de líder dos assassinos, assassinou Hassan e tomou-lhe a Pedra Filosofal.
Meus Objetivos: // Adquirir o Graal para conseguir um mundo livre de injustiças.
Arma: // Qualquer uma de curto alcance.
Fantasma Nobre: //
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