Archer (
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"Foco é o alvo, e nada além."
Nome Completo: // Arjuna
Títulos: // Pandava, Maharathi, Jishnu, e vários outros
Idade Aparente: // 17 anos
Época de Nascimento: // 3000 AD
Sexo: // Feminino (Crossdress)
Tendência: // Leal e Bom
Ocupação: //
Aparência: // Tem uma estatura um tanto baixa, com cabelos brancos chegando a seus pés, a parte de trás do cabelo esta amarrada em uma lona trança com um laço vermelho na ponta. Tem um porte físico magro, apesar de ser forte, geralmente vestida com uma blusa de manga comprida, uma saia e meias que vão até a metade de suas coxas na cor preta, com um sobretudo vermelho por cima, aberto na frente e atrás a partir da cintura pra baixo. Geralmente está de bom humor, se mostrando de forma alegre e sorrindo.
Altura: // 1,58 m
Peso: // 59 kg
Cor dos Olhos: // Vermelhos
Cor do Cabelo: //Branco
Piercings: // -
Tattoos: // -
Traços Distintos: // -
Personalidade: //
- Diligente: Seu status de melhor guerreira foi adquirida na sua juventude, logo após receber os ensinamentos de Drona, e mesmo após de ser reconhecida uma arqueira de grande habilidade não parou com seu treinamento, sempre visando aumentar suas habilidades, não apenas em arquearia, mas também com qualquer outro tipo de arma. Sendo capaz de combater até mesmo no escuro.
- Honrada: Os códigos de conduta são muito importantes para ela, tratando a todos de forma com honra, respeito e cordialidade.
- Senso do Dever: Algo que está acima de qualquer situação, extremamente leal aos seus deveres independente da situação, quando quebrou a regra do acordo com seus irmãos, mesmo que por um motivo realmente necessário, insistiu em cumprir a pena que o levou a 12 meses de exílio longe de seus irmãos e de sua noiva, para ela havia traído a confiança de sua família.
- Vingativa: Tinha uma ótima memória, dificilmente conseguindo esquecer facilmente de qualquer coisa relacionada aos seus próximos, mas isso também o poderia levar à ruina, afinal além de cosias boas que aconteceram também guardava ressentimentos e rancores, o principal fator que o levou a ganhar a guerra contra os Kauravas. Por causa disso também ao final de sua vida, não conseguiu obter a paz de espirito que necessitava, pois não conseguia perdoar outros ou a si mesmo pelo que aconteceu durante sua vida.
- Orgulhosa: Tem o titulo de melhor guerreira por causa de suas habilidades excepcionais, principalmente quando se fala em arquearia, e sabe disso, impossível que não subisse a sua cabeça, causando diversas confusões ou transtornos por causa disso.
- Prestativa: Tem muita compaixão pelos outros, se propondo a ajudar sempre que pode, dificilmente nega algum pedido de ajuda de alguém em necessidade. Uma pessoa com quem se pode contar mesmo que seja apenas para ouvir, muito boa em julgar o caráter dos outros.
Gosta: // Pessoas honradas, sua família em geral (irmãos, esposas, mãe), demonstrar suas habilidades como guerreira.
Detesta: // Kauravas, pessoas desleais e desonradas, atos de covardia.
Pontos Fortes: // Suas habilidades com as mais variadas armas é excelente, tendo sido considerado imbatível, sua habilidade com o arco é excepcional, podendo utilizar até mesmo em combates próximos.
Fraquezas: // Sua maior habilidade também é fonte do maior orgulho, se tornando um tanto arrogante por causa disso. Pode facilmente perder a cabeça se for provocado insultando suas habilidades ou alguém próximo a ela.
Minha Lenda: //
http://en.wikipedia.org/wiki/ArjunaMinha História: //
Arjuna foi a terceira filha de cinco filhos de Kunti, o seu marido, Pandu, não podia procriar por causa de uma maldição, Kunti quando solteira obteve uma benção do sábio Durvasa Rishi, que permitiria ela invocar qualquer divindade de sua escolha para gerar uma criança, sendo que uma das divindades que ela e Pandi decidiram invocar foi Indra, rei dos deuses celestiais, o verdadeiro pai de Arjuna. Desde jovem foi uma grande guerreira, apesar de ser a única mulher entre 4 filhos homens era tratada da mesma forma que eles, passando a assumir um comportamento mais masculino. Seu destino como grande guerreira foi traçado pela sua juventude, havia impressionado o Guru Dronacharya com seu poder de concentração, sendo a única que não tirou o seu foco do verdadeiro objetivo do teste que o Guru havia proposto a aqueles que queriam ser seus aprendizes. Aprendeu tudo que o Guru podia ensiná-la alcançando o status de “Maharathi” (guerreiro excepcional). Após terminar seu treinamento com Drona, ela viajou para o norte e noroeste para demonstrar suas habilidades como a melhor arqueira do mundo, derrotando os reis Vipula e Sumitra durante essa expedição.
Sua habilidade em arquearia desempenhou um papel muito importante em sua vida, demonstrando a habilidade lendária que teve ao ser a única a passar em um teste proposto pelo pai de Draupandi, ganhando a mão dela. Pelas palavras de sua mãe dividiu a noiva com seus quatro irmãos, que entraram em uma espécie de acordo quanto as relações com a noiva, quando sozinhos não poderiam ser perturbados, aqueles que quebrassem essa regra deveriam cumprir exílio de doze meses, mas para ajudar um brahmin, ela acabou quebrando este acordo, e mesmo com toda a oposição da família ela insistiu em cumprir o exílio.
Durate a primeira parte de seu exilou acabou chegando em Manipur, e la que a princesa das nagas, Ulupi, ficou encantada com Arjuna, a propondo uma união, mas esta primeiramente acabou por recusar, depois que Ulupi a explicou que seu exílio era com respeito a Draupandi e não absoluto, então enquanto ficasse longe de sua noiva seus votos não seriam falsos, aceitando assim a união com a princesa. Durante os doze meses de exílio acabou por obter mais esposas, a fim de fortalecer a família Pandava, nesse tempo também passou a ultima parte de seu exílio à casa de seus primos, aonde também teve como esposa Subhadrā, sua prima, a partir dai seu primo Krishna começou a viajar juntamente com Arjuna para ajuda-la.
Pouco antes de retornar a cidade de Indraprastha, visitou a floresta de Khandava com Krishna, aonde ajudou o deus do fogo Agni a queimar a floresta para restaurar seu poder e recuperar sua saúde, para conseguir que a floresta fosse queimada deveria derrotar seu pai, Indra, em combate. Para a batalha Arjuna disse necessitar de um arco que fosse poderoso e inquebrável, então Agni invocou Varuna, que presenteia Arjuna com o arco Gandeeva, um arco incrivelmente poderoso criado por Brahman, e uma carruagem divina com cavalos brancos que nunca se cansariam e não poderiam ser feridos por armas normais e o Sudarshan Chakra para Krishna, um disco dentado. Com estes três artefatos Arjuna e Krishna batalharam contra Indra, enquanto Agni queimava a floresta. Após diversos dias uma voz do céu disse que a vitória pertencia a Arjuna e Krishna, ordenando que Indra se retirasse. Durante o incêndio da floresta Arjuna poupou um Asura chamado Maya, que era um arquiteto talentoso, em seu agradecimento Maya construiu Yudhishtra, um magnífico salão real, sem igual no mundo, é este salão que iniciou a inveja de Duryodhana.
Retornando novamente para sua cidade, ocorreram diversos incidentes que culminaram no exílio de todos os cinco Pandeva e da noiva deles, Draupandi. O treinamento de Arjuna durante o exílio seria crucial para as batalhas que estava por vir. No quinto ano de seu exilio ela deixou os irmãos e a noiva para fazer uma peregrinação ao Himalaia, para agradar aos deuses, e também para obter forças para lutar contra os Kauravas. Após o teste de Shiva este o presenteia com seu astra, o Pashupata, a sua arma pessoal. Ao ver que Shiva havia presenteado com seu astra, outros deuses também presenteiam Arjuna com suas armas pessoais, e seu pai o convida para ir até sua cidade para treinar com os devas, lá Arjuna destrói dois clãs de Asura que era impossível para os deuses derrotarem, mas ela era apenas uma mortal.
Arjuna ficou conhecida em sua vida como uma mestra arqueira ambidestra, podia lançar flechas com qualquer uma das mãos e também foi uma das figuras centrais no conflito entre os Pandavas e os Kauravas. No décimo terceiro ano de exílio, ela serviu ao Raja Virata , disfarçada de professora de música e dança, mas no final tomou um papel principal em derrotar os inimigos do rei, o rei de Trigarta e os príncipes de Kaurava, muitos destes líderes ela venceu em um único combate.
Após terminar o período de exílio os Pandavas, buscaram retomar o seu reino que estava em controle dos Kauravas, que se recusaram a honrar o acordo que fizeram quando os Pandavas foram exilados, assim eclodindo a guerra. Uma guerra que demorou 18 dias, mesmo com tanto pesar de lutar com seus parentes, Krishna o lembrou do dever que tinha com o seu reino, defender a justiça, independente das ligações de sangue, ou perda pessoal, era algo que devia ser feito.
Logo após a guerra começar, Krishna estava preocupado com Arjuna, porque Karma estava em posse do astra Shakti, sendo que karna e Arjuna haviam se jurado de morte. Ele diz para sua prima orar pela proteção da Deusa Durga, a deusa aparece e o abençoa dizendo que ela estaria a salvo durante a guerra. Krishna também dias a ela que era uma benção que Karma não iria lutar contra ela na guerra, sendo que Bhishma havia prometido ser o chefe do exército dos Kaurava pela condição de que Karma não fosse lutar, embora que após a queda de Bishma, Karma entra na guerra contra Arjuna.
Após a morte brutal de seu filho com Subhadrā, pelas mãos dos guerreiros Kauravas, Arjuna aniquila uma formação de infantaria Akshouhini (109350 soldados de infantaria) em apenas um dia, como forma de vingança, se sentiria responsável pela morte do filho caso falhasse em matar o rei Jayadratha. A noticia do feito de Arjuna chega até o Campo de concentração dos Kauravas, aterrorizando o rei que deseja agora fugir do campo de batalha, mas é persuadido a ficar por Duroyodhana, Drona, Karma e Sakuni. Drona prometem deixar seguro pela formação de batalha Padmavyuha, umaformação impenetrável com seis poderosos guerreiros de bigas e muitos soldados, deixando Jayadratha mais relaxado, considerando que ninguém poderia sequer penetrar a bateria de soldados da formação.
Mas isso não seria o suficiente para impedir que Arjuna o matasse, havia conseguido penetrar na primeira parte da formação, derrotando vários dos soldados, quando estava chegando mais perto do rei, os guerreiros com bigas foram atrás dela para impedí-la, dentre eles Duroyodhana e Karma, a batalha entre eles parecia que iria demorar mais do que o esperado, então Krishna diz para Arjuna utilizar o Sudarshan Chakra para criar uma escuridão em volta do campo de batalha, todos os Kauravas pensavam que o sol havia se posto, com isso Jayaratha deixa a proteção de seu exército e sai para uma área mais aberta. Arjuna, em seguida, pega sua flecha celestial e mata Jayadratha instantaneamente. Durante a batalha, teria matado o meio irmão materno de Karna, sem saber a relação dos dois, e sendo que Krishna havia lembrado a ela que Karna teve uma participação na morte de seu filho, Arjuna foi impiedosa decaptando Karma no campo de batalha.
Passando os 18 dias de guerra, poucos guerreiros haviam restado, após matar Karma que soube sua verdadeira identidade, ficando profundamente arrependido pelo que havia feito, estava mortalmente ferido em combate, pedindo em suas últimas palavras o perdão para o filho de Karma, embora Vrishaketu tenha relutado primeiramente, decidiu perdoar Arjuna, mas as palavras chegaram um pouco tarde.
Arjuna foi uma mestre ambidestra em arquearia, e teve um papel central no conflito entre os Pandevas e os Kauravas, recebeu diversos títulos e nomes. Por causa de sua proximidade com os deuses foi possível até mesmo ter filhos, embora não fossem exatamente geradas por ela, teve quatro principais esposas, em uma lista de várias durante sua vida.
Meus Objetivos: // Atualmente não parece ter um objetivo próprio, apenas o de ajudar seu mestre a conseguir os dele.
Arma: // Consegue utilizar os mais variados tipos de armas, mas geralmente utiliza uma espada ou uma lança quando não está com o seu arco (Gandeeva).
Fantasma Nobre: //