É só sintonizar no canal 00 e acompanhar, o reality show mais macabro da história. Seria mesmo real? Há pessoas que dizem que não. O objetivo é o último a ficar vivo e chegar a saída. SOZINHO! O jogo dura apenas 24h. Dez alunos de uma escola qualquer presos em um hotel macabro em que cada quarto oferece um perigoso e excitante desafio. Por enquanto, apenas assista. Mas cuidado, a próxima fase, pode ser com você!
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Caso a escada fosse escolhida, as coisas continuam as mesmas, com apenas uma mudança. Não há luz no lugar, nem nas escadas, quando a primeira 'parede' desce no primeiro degrau quando o último passa não da para enxergar mais nada, isso permeace até que cheguem no quarto andar. O andar é completamente escuro, nenhum ponto de luz. A única maneira de se movimentarem é se guiarem pela memória de espaço dos outros andares, já queesse deve ser igual aos outros.
Caso escolham o elevador, ele é grande o suficiente para que desçam todos, apertados, mas descçam. As portas se fecham quando o último passa e ele começa a descer, parece ser um elevador velho, porque balança muito e pode-se ouvir o barulho das engrenagens sem óleo. A espera é agoniante, ele é muito lerdo, parece haver eternidades dentro dos segundos que ele leva para descer apenas um andar. De repente ele para, com um baque tremendo. Treme ainda mais e todas as luzes dele se apagam, ficam assim por cerca de um minuto até que as portas são abertas, vocês só percebem pelo barulho, porque do lado de fora do elevador continua sem luz. Só têm a noção de espaço, o tato e a memória das plantas do hotel para andarem nesse corredor. Não é possivel enxergar um palmo a frente. Nenhum ponto de luz existente.
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Assim que eu girei a chave a a grade se destrancar. Eu a empurrei e olhei para trás, quando noite que Scoth estava abrindo a outra grade. Eu sorri e olhei para Hayley, beijando-lhe a testa. – Vai valer a penas, você vai ver. Perdoa-me. – Eu suspirei e fui descendo a escada sem ao menos esperar os outros que estavam atrás. Tinha certeza que nenhum deles me esperariam e, não queria correr o risco de ficar sozinha com um deles e Hayley. Ela estava fraca e não tinha muita condição de lutar.
Eu fui descendo as escadas e vi que escurecia cada vez mais. Quando eu virei a escuridão estava completa. A única luz existente, que era do corredor de cima, sumia a cada lance que eu descia. Eu segurei a faca na mesma mão que segurava os cabelos de Hayley e desci guiada pelo corrimão. Assim que desci todos os lances da escada eu suspirei aliviada, mesmo não vendo nada. Eu voltei a segurar minha faca, um tanto ameaçadoramente, pronta para dar o bote caso algum engraçadinho aparecesse. Eu andei até onde calculei que fosse o meio do corredor e me posicionei lá. – Controle sua respiração amor.– Eu estava controlando a minha. Levei a minha mão na orelha e vi que estava tudo certo ainda. Era só esperar os outros chegarem.
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#011 « i can show you the fucked and dark world «
»As duas grades estavam abertas e lá fui eu. Caminhei com Bruce (pode? ;x) pelas escadas ajudando a garota se necessário, amava-la como minha melhor amiga, como amava Scoth e Will também.
Estava tudo escuro, absolutamente escuro, eu não conseguia enxergar absolutamente nada, mas era aí que os outros sentidos iriam comandar não é? Descia todos os degraus devagar até simplesmente eles acabarem, dei exatamente dois passos para frente e dois para o lado ate encostar em uma das paredes, agora sabia que não estava na frente da escada.
- Err! Pessoal? - falei meio baixinho para ter certeza se estava com todos ali.«
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CHAPTER FOUR - POST 12
Descer as escadas foi fácil, acompanhei Bruce e Johny, indo logo atrás deles. Eu não sei se era a minha vista, mas parecia que estava ficando tudo escuro, cada vez que eu descia mais um degrau eu enxergava menos. No último eu já não via nada na minha frente, mas eu já sabia que tinha alguém ali. Não sei se o corredor era igual o de cima e eu não queria a ajuda de ninguém pra saber, esse devia ser o corredor em que alguém com certeza iria matar alguém, e eu não queria morrer, ainda. Senti Johny indo para um lado, encostei na parede e fui andando pelo outro, saindo da frente da escada. Eu andava com os olhos abertos, o que não adiantava nada, porque a escuridão ainda era dominante. Isso estava me dando um pouco de agonia, nunca fui muito chegado em locais fechados, ainda mais quando tenho que entrar em um quarto e ainda possuo o risco de um deles me matar. Acho que nesse andar eu ia entrar em algum quarto, ainda não tinha certeza, acho que eu ia esperar alguém tomar as decisões, se sobrasse um eu entraria com prazer, veremos.
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Então a louca e o namorado da vaca conseguiram abrir as duas grades. Que chato, será que as pessoas não iam mais explodir? Johny e eu resolvemos descer pela escada, mas cara, quando uma daquelas paredes loucas desceram, não tinha mais luz! E no andar também não. Segurei no braço de Johny que ainda estava do meu lado pela voz.
- QUE PORRA É ESSA? TA TODO MUNDO AI OU JÁ RODOU ALGUÉM?
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DARK // {016}
UAU! A grade tinha aberto e Scoth não tinha explodido. Era um alivio maravilhoso. Por mais que ele não gostasse de elevadores e desconfiava que definitivamente escadas eram a melhor opção, tinha descido por ali, já que foi a grade que abriu.
Puxou Elizabeth para descer com ele e sinceramente não se importou com mais ninguém. Como se tivesse tempo para isso. O caminho do elevador tinha sido SINISTRO. Ele começou a funcionar, só que não parava de ranger. Aquele barulho de ferrugem, aquele troço podia despencar a qualquer momento. Não parava de balança.
Scoth pensou que ia morrer ali. Que idiota, morrer no elevador. Xingou-se muito, quando o elevador parou e as luzes se apagaram. – Caralh*, o que houve? – Perguntou indignado. Suas mãos não soltaram das da namorada, pelo menos morreriam juntos. Idiotamente juntos, tenho que lembrar.
Foi quando a porta abriu! Mas também não tinha luz ali. Foi caminhando com Liz para fora daquele treco e encostando na parede. Não enxergava nada e pode perceber que os outros – que desceram pela escada, estavam ali. – Eu e Liz estamos vivos. – Garantiu a Bruce. – O que faremos agora? – Se tivessem que entrar em portas, ia ser pior, porque nem frases vermelhas para ajudar eles leriam.
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Enfim, conseguiram abrir as grades. Não vi real diferença entre o elevador e a escada, mas, sem qualquer motivo aparente, resolvi descer pelo elevador. Scoth e Elizabeth já estavam lá dentro. Ninguém mais entrou. O elevador fechou as portas e começou a descer...
Engoli em seco, com certa ansiedade para chegar logo ao próximo andar. Engrenagens e roldanas do elevador, frouxas ou apertadas demais, o faziam movimentar de um jeito fora do normal. Quando ele parou, com um baque forte, e as luzes se apagaram. Meu corpo deu uma guinada e esbarrei em alguém. Não me desculpei. Estava preocupado demais com minha vida.
Ouvi o ranger das portas abrindo. Engoli em seco mais uma vez. Não me dei ao trabalho de responder a Bruce. Um breu total cobria todos os cantos do novo andar. Perigoso? O escuro, propriamente, não, mas o que as trevas podem causar nas pessoas, isso sim é perigoso
Dei alguns passos, apalpando as paredes. Ouvi Scoth respondendo Bruce um pouco mais a minha frente. Provavelmente com Elizabeth.Talvez o escuro servisse como um aliado no fim das contas. Elizabeth não tinha mais muito tempo de vida, isso era óbvio. Estava fraca por conta do frio. Nunca teve muito cérebro. O que os olhos não vêem, o coração não sent, não é? Se Scoth não visse o corpo morto da namorada lesada provavelmente não sofreria tanto...
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#012 « i wanna see you blood in my hands, strange? «
»Eu e Bruce pelo menos estavamos la em baixo, notei Will descer logo atrás de mim como notei o mesmo indo para outra direção, ouvi Scoth nos responder enquanto descia as escadas até chegar no andar. Alguem silencioso logo vinha depois deles, provavelmente seria Zachary, como sempre o ultimo, não gosto do jeito que ele se comporta, ele é nerd demais para meu gosto, nerds tem jeito de assassinos bons, e não gosto de assassinos a não ser que eu seja um, quem sabe eu possa gostar da coisa.
Resolvi ficar calado, enquanto algumas pessoas falavam, eu resolvi ficar calado, não sei, precaução é muito bom as vezes e eu sinceramente não gosto nada daquele escuro, só o fato da vontade de matar alguem ou mesmo de sair titrando a roupa de todo mundo e fazer uma orgia gostosa e perigosa.
Eu tinha a leve impressão de que teriamos de matar alguem, e se fosse isso eu tinha duas armas esperando seja lá quem, mas uam coisa eu posso afirmar, eu estou começando a tomar gosto pelo jogo, sinceramente. «
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Eu ja me sentia bem melhor, meu corpo já se aquecia e estar com Scoth me fazia ferver, ele pegou a chave e abriu a grade, confeso que não entendi muito bem o porque disso, afinal pra que abrir já que iamos descer de elevador? Porque foi isso que fizemos, Scoth me levou para dentro de um elevador escuro, o que me exitou, eu e ele ali juntos, nãopodia ser melhor, a não ser pelo fato do nerd mor ter vindo conosco, ta legal que ele é quase um ser inexistente mas, ele é broxante! e eu não podia descuidar de Scoth com ele ali, vai que o senhor invissivel vendo que ta escuro tenta se aproveitar do Scoth. O elevador não parava de ranger , Scoth , segurava minha mão , eu me sentia segura ao lado dele, o medo a raiva, tudo sumia, havia sumido, estava achando ate divertido estar ali, era como um parque de diversão,apesar de não entender bem, eu estava bem.
O elevador parou e fez um barulho que nos deu a intender que a porta se abrira, mas estava tudo ainda muito escuro, sera que eu estou de olhos fexados?Pensei, tentava arregalar os olhos mas nada , - Jesus acende a luz! , gritei , Scoth também não gostava da situação, e agora quem podera nos defender? ave maria cheia de graça , é melhor a senhora vir aqui ou eu terei que ... Liz pare com esse pensamentos , você não tera que fazer nada, logico que terei, o que vou fazer? Não, não não! não vou fazer de novo, mas se for pelos motivos certos quem sabe, minha cabeça estava confusa, meu passado me assombrava, respirei fundo - Acho que é melhor começarmos a brincar não é Scoth? apertei firme a sua mão. Ou não veremos mais a luz
This post has been edited by Elizabeth H. Morsef on Sep 15 2009, 01:14 PM
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[A ADMINISTRAÇÃO FALA]
Atenção, como sempre me foi óbvio, todos os nossos personagens têm as inciais dos primeiros nomes diferentes, por isso, na imagem a seguir, essas inicias representam a posição de cada personagem. Resolvi 'desenhar' para que não fique confuso já que está tudo escuro, mas por isso mesmo, espero que vocês não fiquem offando se aproveitando do desenho para dizer que atacou não sei quem, qualquer ação que envolva a posição de outro personagem sendo mencionada por um primeiro será avaliada criteriosamente. Lembre-se, vocês não exergam! Nem tem memória auditiva para que se alguém falou alguma coisa uma vez depois de um tempo você ainda lembrar de onde vem o som exatamente. Não narrem esbarrões ou coisas do tipo sem autorização da administração.
-As coisas estão ficando mais complicadas meus jogadores? - sim, a voz conhecida do mestre do jogo estava soando pelos corredores. - Espero que gostem do escuro, não ver o que está a sua frente pode ser apavorante como um trunfo. Pelo jeito já perceberam que as coisas estão mudando por aqui. As grades vão abrir com a chave certa, melhor para vocês? Eu acho que não, isso pode acabar confundindo um pouco as coisas. Já pensaram que se alguém morrer em um quarto sem sair e for de lá a chave certa outra pessoa terá que passar pelo mesmo desafio? Tenho certeza que já acreditam que as mortes são verdadeiras. Mas fico me perguntando, por que até agora não se mataram? Serão assim tão amigos até o fim dos tempos? Ou são mesmo grandes falsos que querem deixar outros morrerem em seus lugares? Por falar em tempo, cansei das coisas acontecendo tão rápido. Não há mais cinco minutos para entrarem nos quartos nem será necessário que entrem em todos os quartos. O objetivo agora é mais simples, encontrem as chaves e cheguem ao primeiro andar antes que o sol nasça outra vez. Tem tempo, 23h por falar a verdade. Descansem se quiserem, mas eu não iria querer ficar com gente que quer me matar ainda mais em um lugar como esse durante muito tempo. Logo ficarão fracos e os desafios os debilitarão. Decisões e informações de mais? - por algum motivo, vocês podiam sentir que a 'ligação' não tinha sido finalizada.
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Aos poucos vozes invadiam meus ouvidos. Junto a passos. Assim que os primeiros passos cessaram eu ouvi um grito que reconheci como de Bruce. Eu voltei minha cabeça para trás. Ela tinha vindo da escada, assim como eu. Em seguida ouvi mais passos e logo dei mais alguns passos para frente. Então veio o baque de algo que parecia ser um elevador velho. Eu recuei e logo ouvi outro grito, dessa vez obviamente de Elizabeth. Eu então resolvi me adiantar. Fui para a esquerda, onde na minha memória seriam os quartos C e D e então parei.
Eu estava nervosa, abracei Hayley e suspirei, então comecei a sussurrar palavras no ouvido dela. Foi ai que aquela voz veio novamente. Ela piscou algumas vezes e prestava atenção no que ele falava, isso sem parar de sussurrar, como se acalmasse Hayley. Quando a voz parou ela respirou fundo voltou a segurar a cabeça de Hayley pelos cabelos. –QUEM VOCÊ ACHA QUE É? NÃO PODE BRINCAR COM AS NOSSAS VIDAS DESSE JEITO. NÓS NÃO SOMOS SEUS BONECOS QUE VOCÊ PODE CONTROLAR. POR QUE NÃO APARECE, SEU COVARDE? – Ela engoliu seco e voltou a abraçar a cabeça de Hayley. Estava com medo de se arrepender de ter dito aquelas palavras.
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#013 « blindness «
»Calado, somente a ouvir, porque observar é algo absolutamente impossivel certo? Sentia Bruce ali perto de mim mas ouvi Felicity falar a alguns passos a frente creio eu, ela parecia nervosa, muito nervosa, reclamava em voz alta sobre o que o homem fazia conosco e como nos tratava, ela ainda não percebeu que ele é o lobo e nós a suas ovelhas? Até eu que sou o que sou percebi isso antes de uma nerd? okay, me senti honrado agora.
- Cala a boca sua sapatão morta! - falei num tom de raiva, sim me atrevi, peguei o lugar de Bruce e dei alguns passos de lado até encostar na parede do lado esquerdo de onde eu estava, puxando Bruce praticamente pelos cabelos eu encostei minahs costas na parede e deslisei até o chão onde sentei de pernas cruzadas e esperei alguma reação de alguem seja la onde ela estivesse.«
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GAME // {017}
Ainda estava segurando a mão de Elizabeth quando a ouviu propor que entrassem na brincadeira de vez. O fato era que Hayley tinha sido morta por Felicity, pelo menos era isso que Scoth pensava. As pessoas estavam começando a matar, talvez fosse realmente a hora de entrar de vez no jogo, se quisesse viver.
Não teve tempo de responder, porque logo o local foi contaminado por aquela voz macabra. Ele não tinha dúvida, era necessário matar...Nunca tinha pensado que chegaria nessa hora, mas o escuro deixavam as coisas piores. Quem ele mataria? Obvio que não mataria nem a namorada e muito menos os amigos... Sobram dois na conta.
Uma dessas pessoas, a louca que segurava a cabeça, estava surtando. Bem, definitivamente ela não precisava nem fazer nada, estava se jogando no precipício sozinha. Esperava que o mestre acabasse logo com ela, uma louca a menos para matar. Só sobrou um.
Falar não era uma tática boa, sentia que podia ser morto a qualquer hora. Preferiu então sussurrar bem próximo do ouvido da namorada. Scoth ainda estava tocando-a, era óbvio que encontrou o ouvido rápido sem problema. – Você esta certa. O que você decidir, eu to dentro.
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A escuridão fez com que, de repente, tudo ficasse mais tenso. Um leve sorriso invadiu meu rosto. Quanto mais eles se distanciassem, mais eu teria chances. Quanto mais discussões, melhor para mim. Eu sabia que meu ponto fraco, naquele caso, era o fato de não ter relação afetiva com ninguém e eu teria de trabalhar aquilo. Mas ficaria pra depois.
Todos estavam abalados emocionalmente, por mais racionais que estivéssemos. Não sabíamos em quem podíamos confiar. Eu ao menos tinha essa vantagem e certeza: sabia que não podia confiar em ninguém. Mas se eles confiassem em mim. Eu não tinha nada a perder.
-Eu acho que esse não é o momento de desequilíbrios, Felicity, e muito menos de baixar o nível, Johny. Se vocês puderem se acalmar eu tenho quase certeza que dá pra gente se safar dessa juntos. –respirei fundo. Eu procurava passar sinceridade. Eu procurava me convencer de que o que eu falava era verdade. Pra dizer a verdade, eu procurava não chorar.
Engoli em seco enquanto dava alguns passos, tocando a parede para me direcionar. Virei à esquerda quando a parede virou. Raciocinei um pouco, tentando me localizar.
-Usem o cérebro! Até agora ninguém precisa ter morrido. Foi tudo culpa nossa. Se a gente tivesse procurado se ajudar... Mas não, tudo o que fizemos foi isso: discutir, brigar, discutir, e brigar.
Deixei minha frase, com um leve toque de ira. Eu estava chegando a conclusões verdadeiras. Talvez ninguém precisasse ter morrido. Continuei andando, me direcionando pelo tato. A porta não deveria estar longe. Eu procurei me movimentar o máximo posível depois de falar. Se alguém conseguisse me atacar seria por pura sorte. Eu não dexaria a brecha de permanecer no memso lugar depois de falar por quase vinte segundos. Eu conheço a mente humana. mente que trama o mal. mente indomével.
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Então o Michael Jackson resolveu falar com a gente? Um tempinho para descansar? Um andar escuro da porra? Esse filmde terror ta ficando sinistro de mais para o meu gosto. Sempre gostei do escuro, mas em um lugar como esse, não saber se tem algo no chão ou nas paredes que pode me matar me da medo. Pois é, eu estou começando a sentir medo, se as pessoas morrerem agora? Eu quero ganhar, mas e ficar sozinha por aqui não parece uma idéia tão espera assim. A verdade é que eu estava confusa, todos nós estávamos. Geral só discutia.
Johny me puxou para a parede, percebi que ele estava se abaixando pelo puxão que me deu e me abaixei também, agachada no não, eu ainda segurava meu bastão na mão. Tive uma idéia, uma idéia de cego. Se não posso ver, nada passaria por mim ou por Johny antes de bater no bastão, coloquei o mesmo para frente e comecei a movimentá-lo de modo que protegesse minha cabeça e minha frente. Era a única coisa que eu tinha para fazer.
Zachary falava em sairmos dali todos vivos, por algum motivo muito estranho, eu sentia que não. Até parecia que eu já conhecia esse jogo.
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CHAPTER FOUR - POST 12
Eu sabia que nós corriamos um risco mortal, e aquilo tomava conta de mim de uma maneira que eu sabia que ia acabar enlouquecendo. Tudo parecia ao mesmo tempo relaxado e tenso. Eu sabia que os meus amigos estavam ali, mas não sabia se eles continuavam sendo meus amigos. E definitivamente eu não queria nem pretendia entrar em algum dos quartos. Epa, o cara tá falando, acho melhor eu parar pra escutar de novo. Eu respondia mentalmente, ou sussurrando, não percebi. As coisas estão realmente mais complicadas. Ah sim, eu amo escuro, ainda mais com pessoas que eu vou ter que matar, super emocionante. Acho melhor eu parar de prestar atenção pra não ficar mais paranóico, eu vou tentar me concentrar em outras coisas. Daqui a pouco alguém dá o sinal de que o recado não foi bom. Aí, tá vendo? Felicity foi a primeira, mas já era de se esperar também. Ih caramba, Johny perdendo a linha com ela, na verdade, quando ele falou sapatão eu juro, sem preconceitos, que ele estava falando com a Bruce, mas tudo bem, me enganei.
- Gente, vamos manter a calma.
Eu não sei como, mas a minha voz saiu. Minha garganta até arranhou um pouco, mas deu pra aguentar. Acho melhor eu ir procurar um outro lugar pra ficar, não to me sentindo muito a vontade aqui, parece que mesmo no escuro ta todo mundo me olhando. Vou chegando aqui pra minha direita, que provavelmente é a escada, me encosto na grade e fico na minha, acho que Bruce e Johny estão ali também. Acho que to quase chegando. Mas que ventinho é esse perto da minha cabeça? Não lembro de ventilação, não temos janela, acho melhor eu me abaixar um pouco mais. A Bruce está por ali, eu tenho medo do que ela pode estar fazendo com o Johny pra estar causando ventos. Acho melhor me abaixar BEM mais.
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Eu cada vez meia chegava para trás. Segurava o rosto de Hayley bem próxima de mim, estava sob meu queixo e apoiando o queixo dela no meu busto. Eu senti a parede atrás de mim. Agora mal conseguia ouvir a voz dos outros, mas pude ouvir bem baixo quando Johny falou de mim e quando Zach e Will falaram. Eu virei os olhos, eles não entendiam, eles não estavam lá.
- Sapatão? É, sou. Mas não foi só por isso que corri de você durante todo ano enquanto você corria atrás de mim, Johny. – Ah, fala serio. Eu fui a única garota que o otário não tinha comido e ele se acha no direito de falar assim comigo. Depois então respondi a Zach. – Você não estava lá Zach, você tão viu tudo o que aconteceu. Seu quarto foi de inteligência a única coisa que realmente tem e o meu? Você não sabe o sufoco que eu e Hayley passamos. Sinceramente, não sei como estamos inteiras ainda. – Eu me sentei no chão e fiquei em silencio. Não tinha mais o que dizer. Pelo menos eles não saberiam onde eu estava, Hayley não pingava mais sangue, não tinham como me ver e minha voz ecoava numa maneira que de onde eles estavam, se espalhava por toda parte.
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Se fez um silêncio quando eles começaram a discutir, e por fim, quando tudo se calou um pouco mais uma gargalhada sinistra invadiu o lugar. A voz parecia não ter foco, vinha de todos os lados do corredor, invadindo o lugar.
- Gosto disso! Gosto muito disso! Suas desavenças, a maneira como erraram e acertaram durante suas breves vidas. Fico me perguntando que será o próximo a morrer. Quem irá sobreviver. Quatro portas os esperam ainda meus senhores, e mais oito em outros dois andares. Há tempo, mas vão mesmo ficar aí sentados no chão esperando o tempo passar? Ainda têm noção de quanto tempo se passa? Vocês não podem enxergar as luzes do dia lá fora. Ops, vocês não podem enxergar luzes nenhuma. Quero deixar o jogo mais interessante, nada se vê por aqui e é por isso que não há mais pistas. As portas continuam no mesmo lugar, entre aqueles que quiserem, ou forem obrigados, o que acho bem mais interessante. Se sairem, basta abrir as grades e descer. Uma observação nova. Só três podem passar por cada grade, se alguém insistir, o quarto a passar explode... Boa sorte. Até outro tempo.
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Novamente vocês tem de escolher quem entra em cada quarto. Não vou dar prazo para que cada um esteja em um quarto. Até porque, dessa vez, se um quiser entrar em um quarto, ele pode ir sozinho e o resto ficar esperando do lado de fora. Mas vou deixar bem claro que o jogo está ficando mais ledo, se eu ver que estão enrolando muito, tomarei atitudes devidas. Uma pessoa por quarto.
Queixo da cabeça no peito né dona Larah? Deixa a Bolete ver isso ahahaha
A personagem de Elizabeth está sobre risco de punição, uma vez que me disse que estava esperando o Scoth postar e ele já postou. Mas como eu postei debaixo dele e podia jurar que ele não estava lá antes [o fórum mal assombrado ataca de novo] por enquanto nada será feito.
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#014 « let's play again «
»Ouvi aquela voz novamente no andar, todos estavam assustados mais não sabiam o que fazer mesmo quando a resposta estava no nosso nariz. Pensei vagamente comigo mesmo e resolvi entrar em um dos quartos, qual eu não sei, quer dizer, se os quartos eram iguais os de cima, então sim eu sei qual quarto entrar, eu estou a direita da escada, logo eu iria para a esquerda da escada e entraria no corredor da mesma, isso, 4B. Puxei o rosto de Bruce e lhe falei isso no tom mais baixo possivel.
- Hey Bruce, vou entrar em um dos quartos, quero que você fique na porta esperando que eu saia. - Nem esperei que ela respondesse, puxei agarota para cima tentando ser silencioso, estendi minha mão para a minha frente e comecei andar devagar na direção da mesma, não dei mais do que uns dez passos e ja tocara a parede a esquerda da escada. ja tocando na mesma caminhei para a fernte apalpando a parede até minha mão simplesmente não encontrar mais parede e sim um grande espaço, de mãso dadas com Bruce a guiava ate onde agora estavamos, em frente ao 4B, eu entraria, sentia a maçaneta em minha mão.
- Vou entrar, não toque na porta, mas não impeça ninguem de tocar, até jájá! - Sussurou a Bruce, rodoi a maçaneta e entrei no quarto e logo depois o fechei.«