É só sintonizar no canal 00 e acompanhar, o reality show mais macabro da história. Seria mesmo real? Há pessoas que dizem que não. O objetivo é o último a ficar vivo e chegar a saída. SOZINHO! O jogo dura apenas 24h. Dez alunos de uma escola qualquer presos em um hotel macabro em que cada quarto oferece um perigoso e excitante desafio. Por enquanto, apenas assista. Mas cuidado, a próxima fase, pode ser com você!
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Nesse capitulo todos desceram para o sexto andar, o primeiro a ser enfrentado. Não havia chances de voltar para o terraço, subiram pela escada e a grade que a separa o corredor se fechou quando o último passou. Estão todos em um corredor de hotel, parece tudo muito luxuoso, mas não há janelas ou saídas. Existem quatro quartos um em cada canto do andar, indicados pelo número 6 do sexto andar e letras que os organizam de A a D. O corredor não tem nenhum objeto, tapete, apenas as paredes pintadas.
Na frente de cada quarto debaixo dos seus números tem uma frase escrita toscamente com tinta vermelha, as frases são pistas.
6A João estava a direita de Jesus na Última Ceia
6B O primeiro objeto
6C O começo do fim do que te é ruim
6D A Princesa e a ervilha. Sou menor, estou mais alto
Uma voz saída do nada indicou a eles as regras.
1. Só pode entrar uma pessoa em cada quarto. 2. Vocês têm 5 minutos para decidirem quem entra e devem entrar juntos. 3. Devem procurar as chaves que abrem as grades da escada e do elevador. 4. As chaves nunca são de onde parecem.
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RESUMO DO QUE JÁ FOI POSTADO
O primeiro a postar foi William que chamou Scoth, Johny e Andrew em um canto e revelou que era gay, deixando bem claro que era por Zachary. Johny e Scoth dizem que aceitam e que não tem problema e Andrew sai sem falar nada, apenas para de frente a porta do 6A informando que vai entrar ali. Johny diz que vai para a 6B.
Zachary foi conversar com Felicity sobre a situação em que estão, dizendo que não acreditava no ocorrido. Felicity o abraça, diz que está estudando os dispositivos nos pescoços e que acha que tudo aquilo é real. Ela começa a colocar pressão para que os garotos mais fortes se disponham a entrar. Bill decidi ir para a 6D e depois que Bruce concorda que os quatro deviam ir, Scoth que não tinha se pronunciado sobre os quartos decide ir para o que restou, o 6C.
A administração recomendou que postassem mais rápido e menor porque os posts estavam crescendo e o jogo estava atrasado. Assim como lembrou que aqueles que entrarem nos quartos e conseguirem realizar o desafio ganharão um ponto nas habilidades que usou, nesse caso percepção e inteligência.
Os garotos entraram cada um em seu quarto e as portas se fecharam. Abrem-se agora quatro tópicos, um para cada quarto, esse tópico que estão lendo é o corredor e logo o tópico para a postagem dos que sobram. Os que ficam no corredor devem aproveitar o tempo para conversarem, tentarem arrumar uma solução ou mesmo o mais óbvio, se matarem.
Os outros personagens que não foram citados ainda não postaram. Casos esses não tenham lido antes do tópicos serem excluídos pelo BUG e não tenham entendido o resumo, entrem em contato com a administração. Os posts continuam normalmente a partir de agora.
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Então era isso. Os garotos resolveram entrar nos quartos. Antes eles do que eu, mesmo sendo meus amigos. Vai ver eu esteja com pena, quem sabe participar de um filme de terror ao vivo não seja tão legal e se o Johny ou o Bill não sair dali? Puts, vou ter que arrumar outro pintudo.
Foquei a galera ali comigo, dos meninos só tinha sobrado o idiota do Zachary, e das garotas todas as vacas. Eu tinha que matar para ganhar né? E eu ia ganhar. Quem seria o primeiro? Ham... O Zach não, a Felicity é legal... Mas nossa, quantas vacas me sobram para matar.
-E aí, quem morre primeiro? – eu disse girando meu bastão entre os dedos como se fosse uma hélice olhando para todos eles com meu sorriso mais encrenqueiro possível.
This post has been edited by Bruce D. Osbourne on Aug 28 2009, 01:45 PM
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NUMBER TWO --------
Não era uma brincadeira de mau-gosto. As coisas naquele maldito hotel pareciam mesmo terrivelmente reais. Sendo assim, eu não tinha escolha a não ser matar a todos para manter minha cabeça bem presa ao pescoço. É óbvio que eu não iria sujar minhas mãos. Alguém iria fazê-lo por mim e depois eu teria que me sujar um pouquinho para me livrar dele. Mórbido? É da minha maldita vida que estamos falando, e eu não estou disposta a explodir pra todo mundo aplaudir ou para garantir a vida daqueles idiotas.
―Por que não faz um favor a todos, coisa estranha, ― disse bem alto, olhando para aquela aberração da natureza chamada Bruce. ― E se mata logo de uma vez. Poupe nossos olhos desse espetáculo bizarro que é você. ― Sorri, me afastando dela. Era sempre bom manter distância segura quando se tratava de Bruce. E, já que os rapazes haviam desaparecido dentro dos quartos e eu só tinha uma canetinha para me defender, manter distância parecia o mais sensato a ser feito.
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]Olá senhores do corredor, parece que tudo está indo bem para vocês, pelo menos ninguém morreu até agora não é mesmo? Mas dois minutos depois dos garotos terem entrado vocês ouvem batidas da porta do quarto 6D. É Bill que está gritando, Felicity é a pessoa mais perto e ouve a voz dele desesperada.
-HEY HEY! Quem tá aí do outro lado? Essa chave não abre aqui. Vou entregar minha chave, faz alguma coisa, mas abram minha porta. Vai gente, rápido. – o rapaz então joga a sua chave por baixo da porta, agora a decisão de o que fazer com ela é de vocês, ou de quem pegar, vai saber.
Um minuto depois que se desespera batendo a porta e muito mais escandalosamente é Johny, mas esse grita pelo nome de Bruce, que já estava perto da porta e o ouve.
-BRUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUCE, BRUCE, BRUCE, BRUUUUUUUUUCE! Bruce, Bruce... Pega a chave e tenta abrir a porta por fora, se não der, tenta abrir as grades. – a chave dele também aparece por debaixo da porta. É hora de se lembrarem da última regra senhores. Os outros quartos por enquanto permanecem em silêncio.
[A ADMINISTRAÇÃO FALA]
O player do Andrew está começando a travar o jogo, caso ele não poste até ser preciso uma resposta do quarto dele, ou seja, muito em breve e provavelmente assim que Scoth postar seu personagem sofrerá as conseqüências previstas nas regras.
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Eu ainda estava parada em frente a porta do quarto 6D. Estava satisfeita comigo mesma por ter feito com que dois garotos resolvessem entrar na sala. Bem, se nenhum deles entrassem, eu ia acabar entrando, mas antes, claro, teria revelado o meu maior segredo para todos. Pra ser sincera eu pensava em fazê-lo agora, principalmente para interromper uma futura discussão entre Bruce e Hayley. Só não o fiz por escutei a voz de Will e alguns socos na porta.
- Will? – Eu prestei atenção no que ele disse e vi a chave saindo por baixo da porta. Olhei para um lado e para o outro. E se aquilo fosse uma pegadinha? Enfim, eu tinha que arriscar, era Will lá dentro. Abaixei e peguei a chave. Naquele momento lembrei do que a voz do além dizia: “As chaves nunca são de onde parecem”. – Nunca são de onde parecem... nunca são de onde parecem... – Eu ouvi então a voz de Johny. Parei em frente a porta e vi que ele também tinha jogado a chave por baixo da porta. Olhei de uma chave para a outra, sabendo exatamente qual era qual. – Talvez.. se adiantássemos uma porta... – Sim, eu falava sozinha. Dei alguns passos na frente até ficar de frente ao quarto 6C. Não custava nada tentar. Talvez Elizabeth achasse que aquilo era dar em cima do namorado dela, mas eu não podia não fazer nada. Coloquei a chave que Johny mandara na fechadura da 6C e a girei. Torci para que desse certo. Não queria correr o risco de... PUF!
This post has been edited by Felicity B. Sparkles on Aug 28 2009, 10:50 PM
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Meu Sonho, Minhas Regras Post II Há quanto tempo eu deveria esta sonhando? Umas duas horas? Eu quem sabe que haveria de ter acabado de deitar, não sei, mas isto esta ficando cada vez mais estranho, primeiro esse povo faz o que quer no meu sonho, segundo eu posso pensar sonhando? Por que será que eu não penso tanto quando estou acordada? Mas o que mais me deixou revoltada foi o fato de que não foi o meu Scoth ter me dado esse colar? Enfim é melhor eu deixar pra lá. Scoth me puxou pela mão e fomos descendo uma escadaria estranha de onde nasciam paredes, não eu não usei tóxicos e nem estou delirando, esse sonho concerteza tem que ser relatado a algum astrólogo. Fomos decendo, chegamos a um corredor cheio de quartos, dei uma olhada envolta, mas não achava sentido, enquanto olhava as coisas vi que William chamou Scoth pra conversar sobre algo, eu ia ficar de fora? Nem morta! Tratei de aguçar minhas antenas, meu pai do céu, William é gay, tipo uma bibinha, segurei o riso, esse sonho é mesmo premonitório, ainda bem que Deus me revelou, Scoth não chegará nem perto desse desmunhecado. Alguns ali se comportavam de maneira estranha, conversavam, eu tentava pescar algo, mas geralmente não conseguia entender muito bem o que se passava, Scoth entro eu certo quarto, quando ia atrás a porta se fechou, não acredito que ele se trancou lá dentro, espero que não tenha nenhuma mulher la, não vou arredar o pé desta porta, quero saber direitinho o que esta acontecendo, hm.
E aí, quem morre primeiro?Disse bruce, que ficou girando um bastão, vadia e estranha, muito estranha,arqueei a sobrancelha, mas não liguei, coloquei a mão na cintura e comecei a bater o pé. Se o scoth não sair daí em 5 minutos eu juro que mato ele.
Felicity se aproximava , o que ela quer aqui, quem esta ali dentro é o meu namorado, e essa chave na mão dela , ah minha filha quem tem que abrir sou eu , pensei, mas quando levantei o braço que me escorava na porta para apontar o dedo em sua cara e dizer uma , ela veio e Trink enfiou a chave na fechadura, imediatamente meu olhos se encheram de fogo.
-FEEEEELICITY ! gritei, empurrando – a para longe da porta.
This post has been edited by Elizabeth H. Morsef on Aug 28 2009, 11:41 PM
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Maluca, essa era a minha única definição para Elizabeth. Eu estava indo salvar o namorado dela, que por sinal, eu nem converso. Para mim, pior que este só o Johny. Urg. Então, a maluca veio se atirando em cima de mim, enquanto eu fazia minha tentativa de salvar a pátria e me jogou para longe da porta. Ahh se eu não fosse tão calma, talvez minha linda faca já estaria dentro dos olhos dela. Mas, agora eu tinha a faca e o queijo na mão, a oportunidade.
Eu me afastei, ficando próxima de Hayley. Talvez fosse hora daquela que se az de durona, amolecer. Eu abracei Hayley, tipo, de suspresa. Forcei um resmungo e sussurrei. - Eu não quero morrer Hayley, eu ainda tenho tanto a dizer, tanto a fazer... . Sim, eu me aproveitava da situação. Sabe, eu só queria gritar tudo ao mundo, esquecer por alguns segundos a pose que tenho. Arriscar.
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Mais batidas e gritos do quarto 6D.
-SERÁ QUE DÁ PRA PARAREM DE ENROLAÇÃO E ACHAREM UM JEITO DE ABRIR ESSA MERDA DESSA PORTA?! TEM ALGUÉM AQUI PERTO QUE POSSA PEGAR A CHAVE DOS OUTROS QUARTOS E TESTAREM AQUI?
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NUMBER THREE --------
Eu fiquei parada, feito uma estátua. Estava muito mais preocupada com minha aparência – eu tinha acabado de acordar, oras – do que ficar testando chavinha. Aliás, odeio que gritem comigo. Gritou, acabou, eu não faço mais nada. Mas até que foi até bem interessante. A doida da Elizabeth mostrou mais uma vez a idiota que era, dando um ataque de ciúmes para cima de Felicity. Que diabos de diferença iria fazer se a nerd abrisse a porta? Scoth não ia cair nos braços dela só por isso.
Não ia.
Suspirei, entediada, e quase dei um pulo atingindo o teto quando senti dois braços em volta de mim. Olhei para o lado, quase revoltada. Mas no estado de nervos que eu estava começando a entrar, até que era bom me sentir um pouquinho protegida. Lógico que ela não precisava saber disso. –Felicity, queridinha...– Tentei me afastar dela. – Sei que você passou sua vida entre livros, sem aproveitá-la como deveria... mas será que dá pra me soltar, por favor?– E mais gritos ecoaram pelo corredor.
- Pelo amor de Merlin. Meu ouvido não está acostumado a esta baderna. – Me soltei de vez de Felicity, puxando comigo a chave e caminhei decidida até a porta do 6D. Enfiei-a na fechadura e girei, mal-humorada.
This post has been edited by Hayley S. O'Connell on Aug 29 2009, 01:35 PM
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Quando é para sermos azaradas, nós somos azaradas. Por que eu tinha logo que cair de amores para patricinha mimada da sala? Qualquer outro seria melhor. Quero dizer, pelo menos eles não me tratavam mal. Eu só queria ficar ali, abraçada. Era tão difícil para ela ajudar alguém. Eu bufei quando ouvi ela dizendo e a soltei, mesmo contra a minha vontade. – Se prefere ficar sozinha... – Eu virei os olhos e antes que pudesse me tocar, ela tinha pegado a chave que Will tinha mandado, da minha mão. Idiota, não notou que tinha uma ordem. Will já tinha tentado aquela chave. –Nem adianta tentar Hayley, não vai abrir! – Eu cruzei os meus braços e a olhei de perto, sussurrando. – Tem tudo uma ordem, meu amor! – Meu amor? Onde eu estava com a cabeça. Acho que ela vai perceber. Na verdade eu estou torcendo para que ela perceba.
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Do Quarto 6C, Scoth:
Só podia ser isso! A chave era da porta de um dos colegas, jogou a chave por debaixo da porta – Por favor, abram essa porcaria logo e peguem a minha chave. –Pode escutar Felicity e Elizabeth lá fora. Talvez elas já estivessem com a sua chave, clamava por isso. – Rápido, estamos sem tempo.
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Eu ouvia vozes? Tinha quase certeza que era Scott. Resolvi deixar de lado Hayley por alguns meros instantes e me aproximei da porta, mas nem tanto, afinal, Elizabeth estava ali. Ta, na verdade foi só um pretexto para fugir do ‘meu amor’ que eu tinha lançado. Mas não é que deu sucesso? Olhei para baixo e vi a chave que Scott tinha encontrado passar por baixo da porta. Hora de salvar Will. Eu me abaixei e peguei a chave, então continuei com meu raciocínio, mesmo sem saber se era certo. – A, B... B, C... C, D... D, A... Hum, dá licença Hay... – Eu engoli seco e toquei de leve o busto dela a afastando da porta. Por que meu coração disparava nesse momento? Ta, engraçado era que não era o medo.
Eu tirei a chave da porta. – Agüenta ai Will... - A chave errada, cujo Hayley tinha colocado mesmo comigo dizendo que não era esta e enfiei a chave vinda do quarto 6C. Estava pronta para gritar Euréca. Não tinha como existir outra linha de raciocínio. Eu girei a chave. Agora era o que Deus, ou o carinha da TV quisessem.
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[A ADMINISTRAÇÃO FALA]
AVISO DA MORTE
Atenção, constatamos falta de atividade de dois de nossos personagens. Como sempre foi avisado, o Battle Royale é um fórum diferente. Todos inclusive a administração do fórum tem necessidades extra jogo, em nossas vidas reais. Mas ainda sim, não podemos ficar esperando vocês por um, dois, três dias como acontece nos outros fóruns. No BR o jogo tem que correr muito mais rápido, e aqui a regra é simples, não postou, morreu. Não é nada pessoal, é apenas nosso meio de não matar o próprio jogo. Por isso, abaixo estão três personagens que nessa nova cena estão inativos e/ou não postaram.
ANDREW DIETRICH MOHOGANY
Na primeira cena, a cena do terraço postou depois do prazo de tempo já ter esgotado. Por sorte, a administração só narrou no dia seguinte e o atraso dele não influenciou no jogo, mesmo assim, foi um atraso comprovado. Na segunda cena postou, mas com seu atraso saiu da linha do tempo dos outros garotos e ainda não encontrou a chave. Entendemos que esteja se esforçando, mas essa é a última chance para parar de postar sempre atrasado.
NATALY FILDER SAIVAN
Ainda não postou na segunda cena, mesmo antes de terem entrado no quarto.
Os dois personagens já tem seus fins prontos. Não prejudicará os outros personagens e talvez até venha a se tornar beneficio. O prazo de espera é a partir de agora até hoje as cinco da tarde. Não haverá outros avisos.
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NUMBER FOUR --------
― Will, pára de dar chilique feito uma mocinha. ― berrei, estridente. Estava de saco cheio daquela bagunça. Aparecer na TV, fosse como fosse não deveria ser tão difícil nem tão chato. Para completar e para piorar, ainda tinha Felicity e sua inteligência que também irritavam um bocado. ―Eu não estou vendo você tentar... E enquanto é isso o Will fica ali berrando como se quisesse cospir um dos pulmões.― Me afastei, contrariada. Odiava quando davam uma de espertinhos para cima de mim. ―Você e sua ordem que vão para o inferno. ― Berrei outra vez, ainda mais irritada do que antes por ela ter me chamado de "meu amor". ― Não sou seu amor, freak. E é bom manter longe de mim esse seu teatrinho gay. - Ergui o olhar e procurei por um local de onde aquela maldita voz poderia ter saído. ― Eu. Quero. Sair. Daqui. Eu exijo! ― Gritei, mas me senti tremendamente estranha por feito isto para o nada, sem saber ao certo para onde olhar. Cruzei os braços e escorreguei de costas pela parede, até alcançar o chão. Parecia uma criança fazendo birra. ― E você, aberração. Porque não pega esse treco aí na sua mão e bate em alguma coisa? Vê se arrebenta uma destas portas, sei lá. ― Bufei, fazendo bico. É, eu estava mesmo parecendo uma criancinha birrenta.
Ps; A chave que ela testou antes, foi a que Will passou por baixo da porta, visto que a que Johny entregou Felicity já tinha usado na porta do quarto onde está Scoth. Foi o que deu para entender, pelo menos. Tive que pensar com a cabeça do personagem, e ela não pensa muito, até onde eu sei. lixa*
This post has been edited by Hayley S. O'Connell on Aug 29 2009, 01:35 PM
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Meu sonho , Minhas Regras Post III
Ela se afastou, e eu fiquei lá em frente à porta, estava extremamente estressada, bufava. Não é possível que Scoth demoraria tanto tempo lá dentro, uma chave passou por de baixo da porta não dei muita idéia, estava muito mais preocupada com o que Scoth estava fazendo lá dentro dequele quarto. - Scoth! , soquei a porta. - Acho melhor você tratar de sair daí agora, eu não estou brincando! Dei mais dois socos, seguido de um chute. - Ta me ouvindo, eu quero saber direitinho o que você esta fazendo ai, sai logo se não eu quebro isso aqui, eu quebro TUDO! Eu estava nervosa e impaciente, não era possível estar sonhando essas coisas, isso é um pesadelo. Comecei a me beliscar, tava na hora de acordar. -Ai isso doeu, disse baixinho, aquilo estava estranho muito estranho, eu estava perdendo o controle do meu proprio sonho.
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A chave enviada por Johny vinda do quarto 6B abriu a porta de Scoth no quarto 6C.
Parabéns Felicity, seu plano deu certo, as coisas não são tão difíceis assim nesse jogo.
A chave mandada por Scoth abriu a porta de William no quarto D.
Mas Andrew não deu sinais de vida, logo Johny continuava socando a porta pedindo que a abrissem.
Bruce tentou encontrar a chave que abria o quarto de Andrew enquanto as meninas estavam abrindo as portas, Felicity estava com a chave que tinha saído do quarto de Will, ela então pediu a chave do quarto A para a garota que a deu, provavelmente achando que ela estava indo abrir, mas Bruce começou a socar a porta de Andrew irritada e gritando que só abriria a porta quando ele mandasse a chave do quarto do Johny primeiro.
O garoto finalmente respondeu, a chave do quarto 6B apareceu no chão do corredor, Bruce a pegou e correu deslizando para o quarto de Johny, abriu a porta apressada, dois segundos depois um sinal soou. Os cinco minutos tinham acabado.
No segundo seguinte uma explosão abafada vinda do quarto 6A. Não tinha dado tempo de abrir a porta dele pela demora que ele mesmo gerou. Ele não respondia. Era um jogador a menos.
Nataly irritada pegou a chave que Bruce deixou cair no chão enquanto todos recebiam os garotos de novo e tentavam se recuperar da notícia óbvia que Andrew estava morto. A primeira morte sempre mexe com a gente. Ela caminhou até a escada e colocou a chave, girando. Ao mesmo tempo que as grades se encolhiam se abrindo sozinhas, Nataly explodia na frente de todos. Sua cabeça sendo separada do pescoço pela explosão que jogou sangue nos lugares próximos.
As chaves não eram de onde pareciam ser. Mas as portas estão abertas. Dois jogadores a menos. Desçam para o quinto e próximo andar.
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Todos tem um post para se organizarem antes de descerem para o próximo andar. Interajam até amanhã pela hora do almoço quando vem a narração do quinto andar. Zachary está na mira da morte também, se não postar, vai morrer, cuidado.
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CHAPTER ONE - POST 6
Eu sabia que tinha alguém forçando a chave na fechadura da porta, eu acho que se a porta não abrisse, era porque não era a chave certa, não tinham que ficar testando. Acho que eu já estava mais pálido do que o normal, minha blusa estava com mais botões abertos e cheia de penas dos travesseiros. Estava começando a suar frio e minhas mãos tremiam. Eu sussurrava.
- Eu tenho que sair, não posso ficar aqui, vamos gente, abram.
Mais uma vez eu escutei alguém forçando a maçaneta e a fechadura, mas dessa vez foi diferente, a chave parecia ter virado, coloquei a mão na maçaneta que estava na minha frente e girei, a porta girou junto, então a abri. Eu acho que estava com uma cara tão péssima que assustaria qualquer um na minha frente, mas a primeira pessoa que eu consegui ver, foi ele, Zach, o quarto atrás de mim estava uma bagunça, o que não deve ter tranquilizado meus amigos.
- Finalmente. Obrigado gente.
Falei em um tom que acho que só quem estava perto de mim conseguiu entender. Mas eu sabia que o jogo não tinha acabado, precisava de uns dois minutos pra me recuperar novamente, e começar tudo de novo. Olhei na direção do elevador e da escada, quem estava pensando em deitar agora? Espera, aquili é sangue? Ai meu Deus! É a Nathaly?! Mas como? Olhei pra mão dela, tinha uma chave. 'As chaves não são de onde parecem' também se referiam a isso. Olhei para meus amigos saindo dos quartos, Johny, Scoth, Andrew, ué, cadê o Andrew? Olhei pra porta dele e ela ainda parecia trancada, ele também devia ter morrido. Mas agora a escada e o elevador estavam abertos, o que quer dizer que tinhamos que continuar, era esse o jeito, olhei pra Zach, tomei coragem e o puxei para a parede mais próxima, o encostei nela as mãos na sua cintura, eu sabia que estava arriscando demais, e que provavelmente todos veriam, e ele ficaria com mais vontade de me matar, mas como agora eu tinha certeza de que ia morrer, eu tinha que pelo menos tentar.
- Eu te amo, sempre te amei, sempre vou te amar.
Com isso, pronto, levei minha boca direto na dele e o beijei, seus lábios com os meus faziam com que todas minhas forças voltassem, como se nada estivesse acontecendo, ter ele do meu lado, ainda mais desse jeito, fazia com que tudo isso parecesse uma brincadeira, sabia que ele podia me dar um soco na cara a qualquer momento, mas não liguei. Minhas mãos ainda na sua cintura, o prendendo contra mim, cintura com cintura, lábio com lábio, e o meu amor, tudo isso fazia com que se eu fosse morrer agora, fizesse de mim o homem mais feliz do mundo.
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- Por que você não se mata e me poupa do trabalho. Ah não, deixa comigo, vou sentir prazer em usar seu sangue para limpar o chão. Não que isso aí limpe alguma coisa, vai manchar tudinho de azul e eu gosto de vermelhoooo! – ri maleficamente, igualzinho aos vilões mais sinistros da Marvel e da DC juntos.
Eu já estava ajeitando o bastão na mão para virar com ele na barriga dela e depois fazer ela vomitar todo seu sangue azul pálido quando ouvi meu nome. Era o Johny gritando, era tão sexy quando ele gritava meu nome... Mas espera ai, a gente não tava transando. Corri para a frente da porta dele.
-Peraí gostosão, eu vou te salvar. – eu só não sabia como. Demorei tanto pensando que Felicity pegou a chave antes de mim. Fechei a cara, mas tudo bem, ela não é mal pessoa e devia saber o que fazer.
E sabia. Deu certo. Scoth e Will também mandavam suas chaves para a porta abrir, mas Andrew, esse nada... Se as portas estavam abrindo, isso significava que a porta do Johny só ia abrir se o Andrew achasse a chave. Maldito idiota.
- Hey, Felicity, me empresta a chave da porta do 6A. – Ela me deu a chave, corri para a porta do 6A, mas não abri – Manda a merda da chave maldito pinto fino! – eu socava a porta com tanta força que ela tremia. - Eu to com a chave da tua porta e só abro quando você mandar a da porta do Johny!
A chave apareceu pelo corredor, a peguei e corri para a porta do Johny, destravei e antes que eu me desse conta ouvi um bum. No susto abracei Johny, a ficha demorou um pouco para cair, se eu tivesse demorado mais alguns segundos, ou Andrew, Johny não estaria ali. Segurei o rosto dele deixando a chave cair e o beijei desesperada.
-Cara... O que fez lá dentro? Você quase mor.... – outro bum. Olhei para a escada, Nataly tinha sido decapitada com a coleira explodindo seu pescoço. Era bem mais legal participar de um filme de terror ao vivo. Eu ri, como sempre faço nos filmes de terror, odiava ela mesmo. Ri com muito gosto.
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O que? Teatrinho gay? Agora amar é fazer teatrinho gay? Eu bufei e mesmo assim tentei abrir a porta para Will. -EURÉCA! – Eu gritei quando a porta se abriu, vendo então a porta de Scott também se abrir. Logo veio Bruce pedir a chave do quarto de Andrew. Eu me surpreendi, já que ela nunca gostou dele, até onde sei. Enfim, eu dei né. Não que eu tenha medo da Bruce... mas.. ah, deixa.
Ela não abriu a porta de Andrew, pegou a chave que ele passou e abriu a porta de Johny. Mas, não dera tempo. Um estrondar veio do quarto A e eu gritei novamente – Andrewww! – Eu me ajoelhei no chão e meus olhos encheram de lagrimas. Eu gostava de Andrew, mesmo tendo nos afastado tanto nesses últimos tempos, mas ele parecia estar disposto a voltar atrás. Eu tampei meus olhos, sem me importar com as coisas que aconteciam a minha volta. Escutava mal as pessoas falando e escutei alguns passos, seguido por outro estrondar.
Eu abri os olhos arregalados, pensando que poderia ser a minha Hayley, e me deparei com um corpo perto da escada, que agora estava aberta. Um corpo de uma mulher. E sangue, muito sangue. Eu me aproximei desesperada, mas logo me aliviei ao ver Hayley. Não era ela no chão. Olhei a volta e senti falta de Nathaly. Nat estava morta. Aquilo não me afetava muito, por algum motivo. Eu e ela nunca fomos grandes amigas.
Eu fui me aproximar de Hayley, queria abraçá-la de novo, mas mudei de idéia. Apenas a encarei e comecei a falar. – Sabe, não tem como eu parar com o meu “teatrinho gay”, não![ – eu fiz aspas com os dedos enquanto falava e suspirei. – Sabe por que? – Eu me aproximei mais e ri. – Por que eu sou simplesmente apaixonada por você! – Eu forcei meus lábios contra os dela e para não saber a reação dela, resolvi que sairia dali. Fui em direção a escada, passando sobre os restos de Nathaly e fui descendo a escada. Pronta para ver o que tinha lá em baixo.